08 outubro 2006

 
Entre um miserável editorial, de que vale a pena salientar a unanimidade condenatória, um discurso presidencial sobre a corrupção, a posse de um novo inquilino do Palácio de Palmela e os trabalhos de bastidores que irão concretizar o «Pacto», estão, mais uma vez, revoltas as águas superficiais da Justiça.
Estaremos, daqui a uns tempos, envolvidos noutros banhos superficiais agitados e amplificados pela contingente comunicação social. Será o aborto, serão os professores, o Natal, o terrorismo…
E as águas profundas? Orgânica judiciária: NUTs, em vez de comarcas; juízes e pendências, uma crónica sem fim. Tribunais Superiores: para que servem, a quem servem e quem os serve? Política criminal (onde, aqui sim, deveria ser incluído o debate sobre a corrupção), onde está? Reformas dos Códigos: o que é que se passa?
Estados de alma. De um fim de semana.





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