14 novembro 2006

 

Memória, Universidade e Ficção

Philip Roth escreveu um brilhante livro – A Conspiração contra a América - onde ficciona a realidade americana decorrente de uma vitória presidencial do candidato Charles Lindberg, admirador e apoiante de Hitler, na disputa contra Roosevelt.
Não podendo alterar a história e o seu curso, alguns exercícios ficcionais, pela sua força causam perplexidades que não podem deixar indiferentes a quem as lê.
O post do Paulo Dá Mesquita suscita, não pela ficção da hipótese, mas pela frontalidade das perplexidades que encerra um enorme conjunto de questões.
A história de uma Universidade é a história dos seus professores? Pode uma Universidade ficar «refém»das posições académicas de alguns dos seus docentes? Pode identificar-se algum rasto de rotule, de forma indelével, uma cultura universitária, nomeadamente nas faculdades de direito?
E se Salazar tivesse nascido no Chiado?





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